Semana: JUNE 9 – 15
Texto-chave: I Pedro 1:17
Ser filhos de um Pai Perfeito é o maior privilégio que podemos ter na vida, mas também a maior responsabilidade. Uma vez que levamos sobre nós o Nome de Deus, e que recebemos tanto investimento dEle, precisamos corresponder em amor, dedicação e fidelidade. Vamos meditar hoje nas principais responsabilidades que temos como filhos de Deus.
1) HONRA – Ml 1:6 – Um pai é digno de honra. Se no nível humano um dos Dez Mandamentos nos obriga a “honrar pai e mãe” para que se prolonguem nossos dias na Terra, imagine em relação ao Pai Celestial! Portanto, nosso sentimento de gratidão e fidelidade dever nos levar a exaltar o nosso Deus em tudo. Devemos honrá-lo com nossas palavras, com nosso testemunho, com nossos bens (dízimos e ofertas), com nosso serviço. Tudo o que fazemos ou nos abstemos de fazer deve ser pensando na dignidade do nosso Pai – Pv 3:9; I Co 10:31; Fp 2:15.
2) TEMOR – Sl 34:11 – Uma família só subsiste como tal se estiver sobre três colunas: amor, aliança e autoridade. Se uma dessas bases não for firme, a família fica vulnerável. Assim é também na família de Deus. Temos que corresponder ao seu amor, manter a aliança que Ele nos propôs e submeter-nos à sua autoridade. O amor do Pai não faz dEle um “bonachão”, sem autoridade. Ele não pode abrir mão do seu padrão de santidade para manter a sua Casa. Por isso, Deus disciplina (pune) os filhos que insistem em quebrar o padrão. Isso deve gerar em nós temor. O mesmo Pai que nos abraça e supre, não reterá a sua vara se escolhermos um comportamento que o desagrade ou desafie – Sl 2:11-12; Hb 12:7-10.
3) SUBMISSÃO – Tg 4:7 – Quando pensamos na família de Deus devemos ter como referência uma família ideal. Não podemos nos basear no que vemos comumente no mundo, onde cada um busca seus interesses e vive independente. Na casa de Deus, o Pai quer que todos os seus filhos estejam engajados num mesmo projeto, que é o de estabelecer o seu reino em toda a Terra. Esta é a grande missão do Pai e nós devemos viver debaixo desta missão, ou seja, em submissão. Ora, o fruto da submissão é a obediência. Não faz sentido sermos filhos de Deus e não nos sujeitarmos às suas ordens e ao seu projeto – I Pe 1:14, Rm 8:14.
4) UNIDADE – Ef 4:1-3 – Se há uma coisa que alegra um pai é ver sua família unida e em harmonia. Isso, porém, é sempre um desafio, pois somos todos diferentes uns dos outros. A não ser que nos esforcemos por valorizar uns aos outros e que exerçamos o poder do perdão quando alguém falha, feriremos o coração do Pai com nossa divisão. Portanto, é preciso priorizar o relacionamento com nossos irmãos… Outra coisa importante é congregar. Um pai gosta de ver os seus filhos reunidos para honrá-lo. Por isso, estar na célula (a reunião mais íntima da família) e nas celebrações de domingo (que é chamado o “dia do Senhor”) é muito importante para desenvolver e expressar nossa unidade – Sl 133:1; I Co 1;10, Hb 10:25.
5) MULTIPLICAÇÃO – Rm 8:29 – O sonho de Deus é ter uma grande família. Tudo o que Ele fez, dando Jesus, seu Unigênito, foi um investimento para ter a maior quantidade possível de filhos. E como os homens se tornam filhos de Deus por adoção, é papel de todo crente trazer mais gente para a Casa do Senhor, convencer sempre mais um a abrir mão da sua independência para desfrutar do privilégio da salvação. Fazemos isso pregando o evangelho e apresentando nossa vida como um bom testemunho para o mundo. Se as pessoas virem que somos felizes servindo ao nosso Pai, desejarão também tornar-se seus filhos – II Co 5:18-20, Mc 16:15-16.
TERMINANDO: Dirija um tempo de oração focalizando a responsabilidade de filhos de Deus.
